Este blog funciona melhor na função "Web".

Deus lhe abençoe e proteja.

Guarde em seu coração o nome de Jesus.

Ele é bálsamo para sua alma.

Que Deus acompanhe você em tudo que fizer. Volte sempre!

Prêmio Libertas: contra o tráfico de pessoas - II parte

Eu sempre soube que fazer crítica é ocupar a melhor posição, é a posição do insatisfeito que não tem nada a oferecer, no entanto preenche os espaços para resmungar e remoer a sua própria insatisfação sem nada sugerir. Por este motivo, porque sou alguém que luta por boas causas, vou relatar algumas dicas sobre "vida fora do Brasil" e o que ainda pode ser feito para minimizar o problema, mesmo se o que eu disser aqui soe estranho.
Esclareço que eu não sou uma pessoa entendida em prostituição, nem Nacional, nem Internacional, graças a Deus, mas tenho bons olhos e bons ouvidos e o que tenho visto é suficiente para dar-me a liberdade de brincar com o assunto, como fiz no post anterior.
Relato: quando eu vim para o exterior, isto foi em 1997, vim para estudar filosofia e trabalhar. Quando voltei em 2002 mostrei a prova e fundei o Primeiro Café Filosófico de Goiânia, um local de debate filosófico.
Na Bélgica conheci quase 100% dos brasileiros moradores aqui. Muitas pessoas contavam -me suas histórias, pois eu fui frequentadora da Igreja Brasileira na Bélgica "Pão da Vida" (Avenida Louise, 450) que posteriormente mudou de endereço. Nesta época ouvi falar da única prostituta brasileira na Bélgica pela boca do Pastor da Igreja que a convidou à conversão. Certo dia, ela veio até a porta da Igreja e não entrou, dali voltou à casa e nesta noite foi assassinada. Isto ocorreu em 1998 ou 99, não me lembro exatamente.
Na Bélgica as mulheres brasileiras são muito bem consideradas para casamento, porque não são vistas na prostituição e a razão disto é porque os Belgas procuram o exotismo Oriental para diversão. O tráfico de mulheres na Bélgica é proveniente do Leste Europeu e Oriente.
Por outro lado, percebi faz muito tempo, que é inútil contar as desgraças que passam as mulheres (e homens) que vêm para a Europa em busca de trabalho. Falamos e quem nos ouve pensa que estamos blefando. NINGUÉM consegue persuadir uma (ou um) brasileiro a desistir desta empreitada, quando ele já pegou fogo e decidiu sair do Brasil. Não será um escritório de polícia que vai impedir isto. A Polícia pode ajudar no caso de desmantelar estas quadrilhas, mas não conseguirão impedir o tráfico.
Para que haja uma diminuição nestas cifras de evasão é necessário um trabalho correlato entre países e esta briga entre Espanha e Brasil que presenciamos há poucos dias, só faz piorar o "êxodo" porque ser deportado é um risco que cada um assume quando entra num avião para partir. A pessoa vai consciente do que está fazendo e dos riscos que corre.
Este nome dado ao concurso "Libertas" soa como se a PF fosse salvar mulheres e dar a elas a liberdade. Exatamente vão dar a elas o que elas não querem. Quando são pegas, cada uma joga o jogo da "salvação" pois precisam fazer o jogo da Polícia, porque na verdade não há outro jogo a fazer no momento que são presas.
Se a Polícia voltar a procurar estas mulheres no Brasil um mês depois, verá que 99% voltaram para o lugar onde foram pegas, isto é, podem não voltar para o mesmo lugar mas já não estarão mais no Brasil.
Seja para trabalhar honestamente, ou seja para trabalhar na prostituição, isto vem como uma febre. Uma vez atacado por esta febre, os senhores podem fazer o que quiserem que não impedirão estas mesmas pessoas de saírem outra vez do Brasil.
Portanto, antes de gastarem dinheiro com escritoriozinhos nos focos do problema, coloquem-se a engendrar um plano de combate que deve ser feito de mãos dadas com o país receptor e não em briguinhas como foi o caso de "deportam brasileiros, vamos deportar espanhóis". Isto nunca resolverá problema nenhum.
Um plano de trabalho vai requerer espiões internacionais, telefone disponível para denúncias anônimas e campanha na mídia. No entanto, estas campanhas de "salvação" não assustam quem pretende embarcar e, passar a idéia de que vão libertar as coitadas é hilário. Estas pessoas são bem responsáveis do que fazem e não são as ingênuas enganadas que parecem ser. Elas riem da cara da polícia quando entram de volta na Europa, logo que o jogo da "salvação" esfria.

Desculpem a ousadia, mas quem tem a cauda limpa pode dizer o que quer e até ter esta liberdade de brincar com assunto tão sério, afinal repassar a política e cultura a limpo com graça é o propósito deste blogue.
Por Alda Inacio

Prêmio Libertas: contra o tráfico de pessoas.

Querem me fazer rir outra vez!
Desta vez a grande piada é um concurso que está rolando a nível Nacional chamado Prêmio Libertas, lançado em fevereiro pelo senhor Secretário Nacional de Justiça Romeu Tuma. Com todo meu respeito senhor Secretário, o senhor lançou o prêmio Libertas para ouvir a opinião de alunos e acadêmicos sobre o que fazer como enfrentamento ao tráfico de mulheres que vão para a prostituição fora do Brasil? O senhor quer me matar de rir? Santa ingenuidade senhor Secretário! Justamente os alunos, acadêmicos, intelectuais brasileiros, onde 90% nunca saíram do Brasil e os que saíram foram ver a Torre Eiffel ou a Estátua da Liberdade? Justamente estes vão poder dizer para a Nação Brasileira como fazer para impedir mulheres de irem bater bolsinha no exterior? Eu louvo todas as iniciativas senhor secretário, mas os aluninhos e os doutorzinhos brasileiros não sabem nada disto, não ! O senhor mesmo vai rir muito quando ler os textos enviados. Ah, vai rolar de rir !
E abrindo os jornais de Goiás hoje, eu li que um novo escritório vai ser montado em Goiás para ajudar neste mesmo combate. É muita ingenuidade gente ! Tem que combater? Tem ! Claro que é urgente este combate, mas se eu tivesse que dizer aos senhores frente à frente o que penso destas vossas ingenuidades os senhores me botariam na cadeia. Escritório montado? E desde quando uma mulher aliciada vai ser impedida de ir, mesmo se for para o inferno?
Senhor Secretário, aqui tem uma pessoa que gosta de rir de piadas como esta e cuja determinação de vida chama-se dignidade. Eu sempre quis ajudar, quero ajudar e para tanto escrevo o que sei e não vou gastar aqui minhas palavras para dizer ao Brasil o que o Brasil vai ter que pagar para saber. E digo mais: neste Brasil onde eu nasci e amo, quando um escritor anônimo busca uma editora para ser publicado, encontra as portas fechadas e quando busca um apoio a um projeto cultural para editar um livro, aprova o projeto e não consegue patrocínio. Vai ter patrocínio quem participa das panelinhas brasileiras. Vai ter patrocínio quem tem padrinho de colarinho branco em Brasília.
Quando eu escrevi o livro contra pedofilia o projeto foi aprovado mas cadê o patrocinador, senhor Secretário? Agora posso botar no papel tudo que sei sobre "vida fora do Brasil" porque, como, onde, quem e se boto tudo num projeto cadê o patrocinador, senhor Secretário? Se eu tiver que pagar do meu bolso perco o estímulo. Assim se passa com todos os escritores brasileiros desconhecidos. Senhor Secretário: até para publicar um livro no Brasil tem que ter um padrinho.

Prêmio Libertas: inscrições encerram-se em 25/04/2008 para quem se interessar.

Querem me fazer rir!! O Governo deve estar meio perdidão para recorrer aos universitários sobre um assunto delicado desta natureza. Conta outra piada que esta foi demais!
Por Alda Inacio
Localizador (teste) iniciado em junho 2024
Contador de Visitas