26 junho 2007

Preso custa mais que assentado, diz líder do MST

Na reportagem de José Maria Tomazela, do Estadão do dia 25/07/2077 le-se o seguinte: SOROCABA - O líder do Movimento dos Sem-Terra (MST) no Pontal do Paranapanema, Wesley Mauch, rebateu no último domingo a afirmação do governador de São Paulo, José Serra (PSDB) de que a reforma agrária é cara. Para ele, caros são os presídios. "Um preso custa muito mais para o governo e para a sociedade do que um assentado", comparou."Duvido que a reforma agrária no Pontal custe mais do que a manutenção dos 33 presídios que o governo do PSDB instalou na região", desafiou. Segundo Mauch, o movimento entende que o projeto de Serra para regularizar as áreas com mais de 500 hectares prejudica a reforma agrária.

Já para mim, reforma agrária só leva uma pequena vantagem sobre a indexação dos salários dos políticos ao salário mínimo: a coragem de enfrentar a batalha da parte dos líderes dos movimentos, enquanto que brigar para que os nossos queridos parlamentares ganhem menos não existe ninguém no Brasil com coragem para tanto. E na época da eleição a gente vai lá e carimba o nome do "eleito amado" sabendo que ele assume a pasta e em seguida vai cogitar seu próprio aumento de salário. E não me diga que é mentira, não !! Tanto você como eu sabemos que 99% dos políticos se candidata motivado pelas facilidades monetárias dos cargos.
Enquanto isto o número de bandidos vai aumentando......as prisões vão inchando !! Bota bandido pra arar o campo! Vamos dar a terra pra quem tem direitos sobre ela e este direito é de quem ama a terra e quer a terra. Vamos dar terra para os sem terra, os sem teto, os sem camisa. Vamos produzir mais arroz e feijão, minha gente ! E depois vamos ver se este país não vira primeiro mundo.
Por Alda Inacio

2 comentários:

SILÊNCIO CULPADO disse...

Bastante interessante esta análise. A realidade em Portugal é um pouco diferente.

NINHO DE CUCO disse...

Em Portugal longe vão os tempos da reforma agrária. Das cooperativas criadas no pós 25 de Abril não sei se resta alguma. Agora é a União Europeia que dita as regras e nos diz o que podemos produzir a até onde podemos produzir.

Que Deus acompanhe você em tudo que fizer. Volte sempre.